A Montanha Mágica

Esta é a história de Hans Castorp, herói singelo e sonhador, filho traquinas da vida, objeto pedagógico disputado por figuras ideológicas em oposição, o hóspede que sobe à montanha por três semanas apenas, de visita e de passagem, e acaba por lá ficar sete anos, nem longos, nem breves, herméticos tão-só.

História mágica ou filosófica, romance histórico ou de formação, narrativa sobre o tempo ou viagem interior de um jovem alemão honrado e ávido de experiências, este romance envolve e enreda o leitor em teias mágicas que não mais o libertarão, entre a sátira e a seriedade, o humor e a ironia, a luz e o niilismo, numa sinfonia contrapontística em que liberalismo e conservadorismo, decadência e sublimação, doença e saúde, espírito e natureza, morte e vida, honra e volúpia se sucedem num torvelinho que só a Primeira Guerra Mundial conseguirá dissipar.

Quando as fundações da Terra e da montanha mágica começam a tremer, quando o mundo hermético feito de tédio, torpor e exasperação começa a abalar, por ação do trovão e do enxofre, das baionetas e dos canhões, é que o arganaz adormecido esfrega os olhos e começa a endireitar-se, saindo da sua tenaz hibernação, expulso do seu reino e dos seus sonhos, salvo e liberto, depois de quebrado tão longo e mágico encanto.

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O preço original era: 18,80 €.O preço atual é: 16,92 €.

detalhes
ISBN: 9789722087995
Editor: Dom Quixote
Data de publicação: Janeiro de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 156x237
Capa: Mole
Páginas: 840
Sub-tema:
Sinopse

Esta é a história de Hans Castorp, herói singelo e sonhador, filho traquinas da vida, objeto pedagógico disputado por figuras ideológicas em oposição, o hóspede que sobe à montanha por três semanas apenas, de visita e de passagem, e acaba por lá ficar sete anos, nem longos, nem breves, herméticos tão-só.

História mágica ou filosófica, romance histórico ou de formação, narrativa sobre o tempo ou viagem interior de um jovem alemão honrado e ávido de experiências, este romance envolve e enreda o leitor em teias mágicas que não mais o libertarão, entre a sátira e a seriedade, o humor e a ironia, a luz e o niilismo, numa sinfonia contrapontística em que liberalismo e conservadorismo, decadência e sublimação, doença e saúde, espírito e natureza, morte e vida, honra e volúpia se sucedem num torvelinho que só a Primeira Guerra Mundial conseguirá dissipar.

Quando as fundações da Terra e da montanha mágica começam a tremer, quando o mundo hermético feito de tédio, torpor e exasperação começa a abalar, por ação do trovão e do enxofre, das baionetas e dos canhões, é que o arganaz adormecido esfrega os olhos e começa a endireitar-se, saindo da sua tenaz hibernação, expulso do seu reino e dos seus sonhos, salvo e liberto, depois de quebrado tão longo e mágico encanto.

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