Olga salva o Mundo

«Inocêncio Mendes pensou: estão loucas. Depois pensou: não, eu é que estou louco. Razão tinha a colega Judite: num mundo a enlouquecer, será sensato tentar manter a razão?»

Há pessoas a serem perseguidas nas ruas pelas mais variadas razões. Uma conspiração? Ou apenas o ar do tempo?

Enquanto tenta sobreviver ao caos, a inspetora Judite Furriel identifica um padrão que liga vários episódios de violência a uma narrativa invisível que se infiltra no quotidiano. Quem decide quem merece viver?

Rui Zink continua a fazer das suas, pesando palavras e ideias para lhes devolver a merecida leveza. Como uma criança num salão de jogos, enfia a moeda na ranhura e, com as pinças da grua, tira-nos o boneco.

«Muita gente acorreu ao terreno a tentar ajudar, além das autoridades. E outra boa dose de charlatães, ou mesmo sociopatas, sempre rápidos a tirar proveito do sofrimento alheio, sobretudo se achassem que a compiaxão humana era fraqueza, não força.»

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O preço original era: 17,75 €.O preço atual é: 15,98 €.

detalhes
ISBN: 9789720056955
Data de publicação: Fevereiro de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 142x210x20
Capa: Mole
Páginas: 272
Sub-tema:
Sinopse

«Inocêncio Mendes pensou: estão loucas. Depois pensou: não, eu é que estou louco. Razão tinha a colega Judite: num mundo a enlouquecer, será sensato tentar manter a razão?»

Há pessoas a serem perseguidas nas ruas pelas mais variadas razões. Uma conspiração? Ou apenas o ar do tempo?

Enquanto tenta sobreviver ao caos, a inspetora Judite Furriel identifica um padrão que liga vários episódios de violência a uma narrativa invisível que se infiltra no quotidiano. Quem decide quem merece viver?

Rui Zink continua a fazer das suas, pesando palavras e ideias para lhes devolver a merecida leveza. Como uma criança num salão de jogos, enfia a moeda na ranhura e, com as pinças da grua, tira-nos o boneco.

«Muita gente acorreu ao terreno a tentar ajudar, além das autoridades. E outra boa dose de charlatães, ou mesmo sociopatas, sempre rápidos a tirar proveito do sofrimento alheio, sobretudo se achassem que a compiaxão humana era fraqueza, não força.»

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