A Felicidade Paradoxal

Numa sociedade em que a melhoria contínua das condições de vida materiais praticamente ascendeu ao estatuto de religião, viver melhor tornou-se uma paixão colectiva, o objectivo supremo das sociedades democráticas, um ideal nunca por demais exaltado. Entrámos assim numa nova fase do capitalismo: a sociedade do hiperconsumo.Eis que nasce um terceiro tipo de Homo consumericus, voraz, móvel, flexível, liberto da antiga culturas de classe, imprevisível nos seus gostos e nas suas compras e sedento de experiências emocionais e de (mais) bem-estar, de marcas, de autenticidade, de imediatidade, de comunicação.Tudo se passa como se, doravante, o consumo funcionasse como um império sem tempos mortos cujos contornos são infinitos. Mas estes prazeres privados originam uma felicidade paradoxal: nunca o indivíduo contemporâneo atingiu um tal grau de abandono.Press Clippings:- Blog «Corta-fitas»- Revista «IstoÉ»- Público P2 – Entrevista com Gilles Lipovetsky- Expresso | Actual – A Sagração das CoisasVeja aqui a entrevista de Márcia Rodrigues a Gilles Lipovetsky:

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O preço original era: 29,90 €.O preço atual é: 26,91 €.

detalhes
ISBN: 9789724413549
Idioma: Português
Capa: Mole
Páginas: 360
Sub-tema:
Sinopse

Numa sociedade em que a melhoria contínua das condições de vida materiais praticamente ascendeu ao estatuto de religião, viver melhor tornou-se uma paixão colectiva, o objectivo supremo das sociedades democráticas, um ideal nunca por demais exaltado. Entrámos assim numa nova fase do capitalismo: a sociedade do hiperconsumo.Eis que nasce um terceiro tipo de Homo consumericus, voraz, móvel, flexível, liberto da antiga culturas de classe, imprevisível nos seus gostos e nas suas compras e sedento de experiências emocionais e de (mais) bem-estar, de marcas, de autenticidade, de imediatidade, de comunicação.Tudo se passa como se, doravante, o consumo funcionasse como um império sem tempos mortos cujos contornos são infinitos. Mas estes prazeres privados originam uma felicidade paradoxal: nunca o indivíduo contemporâneo atingiu um tal grau de abandono.Press Clippings:- Blog «Corta-fitas»- Revista «IstoÉ»- Público P2 - Entrevista com Gilles Lipovetsky- Expresso | Actual - A Sagração das CoisasVeja aqui a entrevista de Márcia Rodrigues a Gilles Lipovetsky:

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