A Noite [Edição Comemorativa 50 Anos]

«Foi no início de junho de 1979 que, no palco e na sala da Academia Almadense, onde então o Grupo de Campolide (atual Companhia de Teatro de Almada) estava sediado, as palavras escritas por José Saramago na sua primeira peça de teatro ganharam corpo e alma. E a sua estreia como dramaturgo foi um dos momentos mais emocionantes da vida da companhia dirigida por Joaquim Benite.
A Noite foi escrita por José Saramago a convite de Luzia Maria Martins, que dirigia o Teatro Estúdio de Lisboa. A encenadora e dramaturga (maltratada em vida, e hoje injustamente esquecida) desafiou o autor a escrever uma peça no quinto aniversário do 25 de Abril. José Saramago aceitou o desafio e criou A Noite. Mas, sem financiamento por parte do Estado, Luzia Maria Martins não pôde produzir e encenar a peça, e o escritor entregou-a a Joaquim Benite e ao Grupo de Campolide, de cujos espetáculos era espetador e admirador.»
José Martins (encenador e ator)

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O preço original era: 29,90 €.O preço atual é: 26,91 €.

detalhes
Editor: Caminho
Data de publicação: Dezembro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 240x264
Capa: Mole
Páginas: 160
Sub-tema:
Sinopse

«Foi no início de junho de 1979 que, no palco e na sala da Academia Almadense, onde então o Grupo de Campolide (atual Companhia de Teatro de Almada) estava sediado, as palavras escritas por José Saramago na sua primeira peça de teatro ganharam corpo e alma. E a sua estreia como dramaturgo foi um dos momentos mais emocionantes da vida da companhia dirigida por Joaquim Benite.
A Noite foi escrita por José Saramago a convite de Luzia Maria Martins, que dirigia o Teatro Estúdio de Lisboa. A encenadora e dramaturga (maltratada em vida, e hoje injustamente esquecida) desafiou o autor a escrever uma peça no quinto aniversário do 25 de Abril. José Saramago aceitou o desafio e criou A Noite. Mas, sem financiamento por parte do Estado, Luzia Maria Martins não pôde produzir e encenar a peça, e o escritor entregou-a a Joaquim Benite e ao Grupo de Campolide, de cujos espetáculos era espetador e admirador.»
José Martins (encenador e ator)

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