A Ilha de Arturo

A Ilha de Arturo é, conjuntamente com A História, um dos mais importantes romances de Elsa Morante.

Na ilha mediterrânica da Prócida, assistimos à formação de Arturo, que sente uma apaixonada admiração por um pai sempre ocupado em misteriosas viagens. Já adolescente, é atraído pela sua jovem madrasta, Nunziatella. A passagem de um tempo de sonhos e ilusões para a realidade será um caminho lento e difícil para Arturo.

Elsa Morante foi uma mulher que nunca aceitou ter nascido num mundo onde o amor é efémero e a indiferença ou o ódio habituais. «No amor começa por haver o paraíso, mas depois, não se sabe como, precipitamo-nos no inferno», disse numa entrevista que concedeu antes da sua morte em 1985.

A miúda selvagem nascida num bairro pobre de Roma, a viajante, a enamorada, a angustiada companheira de Moravia, que sonhava com o sol das ilhas napolitanas e as cores da agreste Prócida («Arturo sou eu», disse ela um dia), percorreu vários continentes, passou por Portugal e viveu as duas guerras mundiais, partilhando a maior parte dos sofrimentos e esperanças do século XX. As suas personagens recorrentes são crianças, animais e adolescentes com uma paixão cega pelo pai, a mãe ou o amor.

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O preço original era: 23,00 €.O preço atual é: 20,70 €.

detalhes
ISBN: 9789897836497
Editor: Relógio D'Água
Data de publicação: Fevereiro de 2026
Dimensões: 150x231
Capa: Mole
Páginas: 368
Sub-tema:
Sinopse

A Ilha de Arturo é, conjuntamente com A História, um dos mais importantes romances de Elsa Morante.

Na ilha mediterrânica da Prócida, assistimos à formação de Arturo, que sente uma apaixonada admiração por um pai sempre ocupado em misteriosas viagens. Já adolescente, é atraído pela sua jovem madrasta, Nunziatella. A passagem de um tempo de sonhos e ilusões para a realidade será um caminho lento e difícil para Arturo.

Elsa Morante foi uma mulher que nunca aceitou ter nascido num mundo onde o amor é efémero e a indiferença ou o ódio habituais. «No amor começa por haver o paraíso, mas depois, não se sabe como, precipitamo-nos no inferno», disse numa entrevista que concedeu antes da sua morte em 1985.

A miúda selvagem nascida num bairro pobre de Roma, a viajante, a enamorada, a angustiada companheira de Moravia, que sonhava com o sol das ilhas napolitanas e as cores da agreste Prócida («Arturo sou eu», disse ela um dia), percorreu vários continentes, passou por Portugal e viveu as duas guerras mundiais, partilhando a maior parte dos sofrimentos e esperanças do século XX. As suas personagens recorrentes são crianças, animais e adolescentes com uma paixão cega pelo pai, a mãe ou o amor.

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