O Imperativo da Produtividade

“””Esta colectânea de artigos incide sobre um conjunto de tópicos de grande relevância para os economistas e, destacadamente, para todos os que nas mais variadas funções se ocupam da análise da política económica e da escolha de opções estratégicas para os países. Enfatizando o papel da produtividade para a competitividade internacional e, consequentemente, para o crescimento económico, os vários contributos demonstram de forma inequívoca que os mercados competitivos não são sinónimo de mercados desregulados. Pelo contrário, as opiniões vertidas nestes estudos alertam para a necessidade de um quadro institucional capaz, de articular os recursos produtivos numa concorrência saudável. Aliás, a evidência apresentada mostra que a inovação e a produtividade são particularmente estimuladas em ambientes concorrenciais, remetendo o papel dos Governos e do Estado a uma intervenção consentânea com a eliminação das falhas de mercado e das barreiras à concorrência.”” Álvaro Nascimento, Director da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica do Porto

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O preço original era: 9,90 €.O preço atual é: 8,91 €.

detalhes
ISBN: 9789898101495
Idioma: Português
Capa: Mole
Páginas: 208
Sub-tema:
Sinopse

"""Esta colectânea de artigos incide sobre um conjunto de tópicos de grande relevância para os economistas e, destacadamente, para todos os que nas mais variadas funções se ocupam da análise da política económica e da escolha de opções estratégicas para os países. Enfatizando o papel da produtividade para a competitividade internacional e, consequentemente, para o crescimento económico, os vários contributos demonstram de forma inequívoca que os mercados competitivos não são sinónimo de mercados desregulados. Pelo contrário, as opiniões vertidas nestes estudos alertam para a necessidade de um quadro institucional capaz, de articular os recursos produtivos numa concorrência saudável. Aliás, a evidência apresentada mostra que a inovação e a produtividade são particularmente estimuladas em ambientes concorrenciais, remetendo o papel dos Governos e do Estado a uma intervenção consentânea com a eliminação das falhas de mercado e das barreiras à concorrência."" Álvaro Nascimento, Director da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica do Porto

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