(B) O Mandarim

“«As felicidades haviam de vir: e para as apressar eu fazia tudo o que devia como português e como constitucional: — pedi-as todas as noites a Nossa Senhora das Dores, e comprava décimos da loteria.»

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detalhes
ISBN: 9789895896097
Editor: Penguin Clássicos
Data de publicação: Março de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 125x190
Capa: Mole
Páginas: 144
Sinopse

«As felicidades haviam de vir: e para as apressar eu fazia tudo o que devia como português e como constitucional: — pedi-as todas as noites a Nossa Senhora das Dores, e comprava décimos da loteria.»

Uma campainha tinida em Lisboa transforma, por obra do Diabo, um mandarim morto na China num funcionário régio rico em Lisboa. Se a avareza é um pecado fácil de autojustificar, o mesmo não acontece com o homicídio: atormentado pelas consequências da sua ganância, Teodoro, o novo rico sem hífen, mergulha num profundo dilema existencial que tentará sanar por todos os meios.
Nesta novela alegórica sobre a fragilidade da moral e da ética, Eça de Queirós explora o cenário hipotético que oferece a um homem a possibilidade de cometer um crime sem ser descoberto.

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